FAP - CRBs



FAP vem do inglês Functional Analytic Psychotherapy e a tradução seria Psicoterapia Analítico Funcional. É uma Psicoterapia que tem se destacado nas ultimas décadas nos EUA e tem muita aceitação também no Brasil, foi desenvolvida por Tsai e Kohlenberg.

O destaque da psicoterapia se de por meio do CRBs (Clinically Relevant Behavior ou Comportamento Clinicamente Relevante), que são divididos em 3 categorias de CRBs.

CRB 1 - São os comportamentos "problemas" que gera sofrimento e que ocorre durante a sessão, o ideal é que esse comportamentos seja evocados durante a sessão para que o terapeuta não tenha uma escuta punitiva, esses comportamentos no dia a dia, quando gera sofrimento na pessoa, ela tende a se esquivar ou fugir da situação assim não reagindo de forma adequada, quando ela não tem como fugir da situação e o terapeuta não tem essa escuta punitiva ele faz com que o cliente tenha outras formas de reagir durante aquela situação, sempre com a ajuda do terapeuta, e de forma não diretiva, para que o próprio cliente consiga resolver a situação e que não fique dependente do terapeuta.

CRB 2 - Quando a pessoa começa a responder de forma mais adequada, esse progresso do cliente são tratados como CRB 2, e o terapeuta precisa reforçar esse comportamento de forma natural para aumentar sua freqüência, reforços arbitrários tende a não generalizar para o ambiente fora da sessão, mas as vezes é necessário para que algo que não é reforçador se torne reforçador com o tempo e o reforço arbitrário mantém por um tempo até que isso ocorra.

CRB 3 - Quando o cliente começa a analisar as causas do seu comportamento, começa a fazer análises funcionais do porque seu comportamento esta ocorrendo em determinadas situações e que ele se mantém por determinados conseqüências isso se chama CRB 3. (Algumas pessoas emitem CRB 3, sabe analisar o comportamento mas não emite CRB2, em outras palavras ela sabe a função das causas do comportamento mas não se comporta de maneira adequada a situação)

Geralmente na sessão sempre esta ocorrendo os CRBs, cabe ao terapeuta ver, evocar, responder e interpretar os CRBs. Mas de inicio temos que ter uma relacionamento muito intimo com o cliente, para que ele confie e que seja um lugar de aprendizagem e assim ocorra as mudanças.

Postado por Ítalo Sobrinho

Um comentário:

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